Há uns dias, na viagem Lisboa-Cascais, vi um homem dar um uso interessante ao bilhete do comboio.
Passou uns minutos a brincar com o papel. Antes de sair na sua estação, entalou na dobra do banco um pássaro, feito em origami.
Não sei porquê, aquilo tocou-me de uma maneira especial. Talvez por me ter imaginado a chegar nesse instante àquele banco e a encontrar aquele papel - sem saber que mãos o tinham trabalhado, mas indubitavelmente com a presença de alguém. Como se recebesse uma mensagem enviada por um estranho.
Entretanto andei a navegar pela Wikipédia e encontrei a história de Sadako Sasaki, uma menina japonesa vítima de Hiroshima aos dois anos. Sadako ouviu uma lenda japonesa segundo a qual quem fizer 1000 garças em origami teria um desejo. Internada no hospital, Sadako fez 646 garças antes de morrer. O seu desejo era a cura.
Bonito, hein?
Passou uns minutos a brincar com o papel. Antes de sair na sua estação, entalou na dobra do banco um pássaro, feito em origami.
Não sei porquê, aquilo tocou-me de uma maneira especial. Talvez por me ter imaginado a chegar nesse instante àquele banco e a encontrar aquele papel - sem saber que mãos o tinham trabalhado, mas indubitavelmente com a presença de alguém. Como se recebesse uma mensagem enviada por um estranho.
Entretanto andei a navegar pela Wikipédia e encontrei a história de Sadako Sasaki, uma menina japonesa vítima de Hiroshima aos dois anos. Sadako ouviu uma lenda japonesa segundo a qual quem fizer 1000 garças em origami teria um desejo. Internada no hospital, Sadako fez 646 garças antes de morrer. O seu desejo era a cura.
Bonito, hein?


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