"Mas a força impressionante das ideias soube sobrepor-se a tanta adversidade e, hoje em dia, a liberdade de imprensa é algo, se bem que precário, certamente muito ampliado em numerosos países nos quais a democracia formal conseguiu triunfar sobre a arbitrariedade a ditadura."
Juan Cébrian escrevia assim em 1997, sobre a invenção da imprensa por Guttenberg. Em 2011, temos muito presente um bom exemplo da força das ideias.
Ao ler isto lembrei-me da liberdade de expressão, mais do que a de imprensa, e do seu papel na revolta das populações da Tunísia e do Egipto. O poder da palavra traz consigo a liberdade. Vimo-lo nos primórdios da imprensa, com os livros que fizeram questionar os dogmas da altura; vimo-lo com as músicas passadas na rádio na madrugada de 25 de Abril de 1974, que deram sinal às forças a postos; vemo-lo agora com as palavras de ordem espalhadas nas redes sociais, que mobilizaram a acção contra os governos tiranos e que, segundo se diz, podem inspirar outros países a fazer o mesmo.
Juan Cébrian escrevia assim em 1997, sobre a invenção da imprensa por Guttenberg. Em 2011, temos muito presente um bom exemplo da força das ideias.
Ao ler isto lembrei-me da liberdade de expressão, mais do que a de imprensa, e do seu papel na revolta das populações da Tunísia e do Egipto. O poder da palavra traz consigo a liberdade. Vimo-lo nos primórdios da imprensa, com os livros que fizeram questionar os dogmas da altura; vimo-lo com as músicas passadas na rádio na madrugada de 25 de Abril de 1974, que deram sinal às forças a postos; vemo-lo agora com as palavras de ordem espalhadas nas redes sociais, que mobilizaram a acção contra os governos tiranos e que, segundo se diz, podem inspirar outros países a fazer o mesmo.


