O Estado português vai doar (porque é Natal e já me cansam os verbos financeiros como "injectar") 500 milhões de euros ao BPN. Depois de ninguém se ter chegado à frente para comprar os despojos deste banco. Porque a alternativa é pior, por causa do efeito de contágio, porque estamos sob o olhar atento da Europa...
Miguel Sousa Tavares dizia ainda há pouco que a falência do BPN é inevitável, mais tarde ou mais cedo. A diferença é que, mais tarde, a factura a pagar será mais elevada. E acrescentou que este Governo errou ao ter medo de agir perante o "regabofe financeiro" que ia na administração do banco.
Para bem do país, espero que esteja enganado.
20 dezembro 2010
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